domingo, 3 de janeiro de 2010

Rasganço_


Há momentos na vida como este…simplesmente fantásticos…momentos pensados ao pormenor…momentos estudados e planeados …momentos que nos superam e que superam qualquer tentativa de os imaginar…


Foi assim que me rasguei, no dia 19 de Dezembro de 2009…entre amigos e família…entre aqueles que me deram um bocadinho deles próprios em cada dia deste percurso, que acaba aqui.


Foi bom perceber que ao fim destes 6 anos…criei um circulo…e não foi um circulo qualquer…são peças de uma vida construída, com erros e acertos, sorrisos e lágrimas…e cada um de vocês fez desta construção algo MAIOR …e…MELHOR…



terça-feira, 1 de setembro de 2009

Do Avesso_








Saudade de um lugar, de um espaço, de um tempo...de um avassalador sentir que me trespasse, em lugar desta monotonia que me turva o pensar.

domingo, 16 de agosto de 2009

Coimbra...que será de ti (mim)

O Tempo passou e não demos por nada,

Sem um adeus, sem um momento crucial de viragem.

Tudo se foi acabando aos poucos…em pequenos passos… por toda a extensão de um (in)finito ano.

Ninguém se apercebeu…ninguém se despediu!

Mas agora tudo o que tivemos não vai voltar…

Coimbra não é mais nossa, não como estudantes, que a conhecemos…

Cada momento único que passamos – foi o último.

Ninguém se apercebeu…ninguém se despediu!

E agora? Sem que pudéssemos saborear melhor todos os instantes….

Acabaram-se os bilhetes gerais e as lágrimas das serenatas…os cortejos e a praga do traje.

Acabaram-se as cantinas e os chazinhos gratuitos…o Moelas e as madrugadas que nos roubou.

Acabaram-se os jantares a oito (ou a nove)… as gargalhadas colectivas, muitas vezes sem sentido…a partilha diária de quem cresceu em conjunto.

Acabaram-se os passeios inesperados…as recepções e os shots da casa.

Acabou-se tudo o que Coimbra nos deu e que não posso, de modo algum, descrever com palavras vazias…mas que guardarei no lugar das maravilhas, um lugar onde possa sempre voltar!

Porque foi por vocês que a cidade se pintou, para mim, em cores únicas…

Agora, desmonta-se em lágrimas no Mondego…e a Cabra badala a saudade de mais estes que partiram.

Até sempre…